MEMÓRIA PARA TODO O SEMPRE
Era um dia como o de hoje. Começo de tarde quase outonal. Algo como uma mola a impulsionou a largar o sofá onde se enterrara depois do almoço. Como um autómato, sem saber porquê, atravessou o jardim e
entrou decidida no edifício da PT.
Não sabia bem o que a levara ali.
Tirou a senha de vez e ficou à espera. Recorrentemente pensou em ir embora mas continuava pregada ao chão perguntando-se: mas afinal, nem sei bem o que venho esclarecer aqui, Mas foi ficando...
De repente, uma voz num balcão de atendimento enumerou 245......? Reconheceu a zona telefónica. Reconheceu aquela voz....
Colocou-se entre portas. Era ele e para sair teria de passar por ela.....Iria reconhecê-la?
Passaram meses e meses......Momentos bons e pesadelos desabaram como chuva tropical , mas ele estava de novo ali, no mesmo local, quase à mesma hora.
Cá de fora através do vidro da montra ela observava-o tranquila sem que ele o soubesse.
Quando saiu ela chamou-o. Seguiram lado a lado. Ele talvez não pensasse em nada mas ela....respirou fundo enquanto pensava que ele estava bem mais elegante.....
O dia estava quente e uma bebida fresquinha veio mesmo a calhar....
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
FIM DE TARDE OUTONAL
FIM DE TARDE OUTONAL
Uma clareira de jardim, igual a tantas outras.
Quatro bancos. Ele enroscado nela. Ela enroscada, pendurada nele.
Duas cabeças: uma, loiro artificial. A outra como o pronúncio de que começa a "nevar". Mãos nas mãos entrelaçadas. As têmporas encostadas como suportes mútuos de árvores mal tratadas durante anos.
No quarto banco, a solitária mas não "sòzinha", olha para dentro e pensa: Deus meu!...
Será que ainda tenho o direito de competir com um trio tão diverso?
Tão longe e tão perto no caminho do sonho e da realidade.
Anseio de se encontrarem. Pressa de se separarem. De se reencontrarem num qualquer ecrã dum telemóvel, clicando SMSS, onde fica sempre algo por dizer...
Até ao novo amanhã!.......
Uma clareira de jardim, igual a tantas outras.
Quatro bancos. Ele enroscado nela. Ela enroscada, pendurada nele.
Duas cabeças: uma, loiro artificial. A outra como o pronúncio de que começa a "nevar". Mãos nas mãos entrelaçadas. As têmporas encostadas como suportes mútuos de árvores mal tratadas durante anos.
No quarto banco, a solitária mas não "sòzinha", olha para dentro e pensa: Deus meu!...
Será que ainda tenho o direito de competir com um trio tão diverso?
Tão longe e tão perto no caminho do sonho e da realidade.
Anseio de se encontrarem. Pressa de se separarem. De se reencontrarem num qualquer ecrã dum telemóvel, clicando SMSS, onde fica sempre algo por dizer...
Até ao novo amanhã!.......
CONSIDERAÇÕES.
CONSIDERAÇÕES
Quando a 14 de Dezembro de 2012 tomei a decisão de iniciar um blog senti dificuldade em definir uma área específica. Escolher uma palavra ou palavras que fossem uma forma de identidade era complicado,
Então optei por lhe chamar MOMENTOS pois toda a nossa vida é, afinal, uma sucessão de bons ou maus momentos. Mas todos são importantes na vida de cada um de nós.
Se fosse hoje, acho que lhe chamaria O POLVO.
E porquê?
Simplesmente porque o meu blog, pouco a pouco, começou a espreitar - como o polvo que se refugia num buraco da rocha - e a deitar os tentáculos de fora para agarrar assuntos diversificados.
E, como o polvo tem oito tentáculos, vou fazer como ele: fazer Momentos diversificarem-se em tentáculos
( momentos específicos mas todos importantes ) com "carne rija e fresca" como os do polvo.
A este vou apelidá-lo de JANELA ABERTA PARA A VIDA....
Quando a 14 de Dezembro de 2012 tomei a decisão de iniciar um blog senti dificuldade em definir uma área específica. Escolher uma palavra ou palavras que fossem uma forma de identidade era complicado,
Então optei por lhe chamar MOMENTOS pois toda a nossa vida é, afinal, uma sucessão de bons ou maus momentos. Mas todos são importantes na vida de cada um de nós.
Se fosse hoje, acho que lhe chamaria O POLVO.
E porquê?
Simplesmente porque o meu blog, pouco a pouco, começou a espreitar - como o polvo que se refugia num buraco da rocha - e a deitar os tentáculos de fora para agarrar assuntos diversificados.
E, como o polvo tem oito tentáculos, vou fazer como ele: fazer Momentos diversificarem-se em tentáculos
( momentos específicos mas todos importantes ) com "carne rija e fresca" como os do polvo.
A este vou apelidá-lo de JANELA ABERTA PARA A VIDA....
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